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ARNICATabaco-dos-saboianos, betónica-dos-saboianos, dórico-da-alemanha, abaco-dos-vosgos, tanchagem-dos-alpes, cravo-dos-alpes, panaceia-das-quedas, quina-dos-pobres.
A origem do nome Arnica é bastante obscura. É possivelmente uma deformação da palavra grega ptarmica, que significa que faz espirrar. Desconhecida na Antiguidade, a planta foi pela primeira vez citada por Santa Hildegarda e mais tarde utilizada pela Escola de Salerno. No século XVI, foi descrita e desenhada pelo médico e botânico italiano Mattioli. Seguidamente, os médicos começaram a receitá-la com critérios diversificados; simultaneamente, discutiam-se até à exaustão as suas virtudes e também os seus perigos. A planta, conhecida no século XIX como a quina-dos-pobres devido às suas propriedades febrífugas, expressão maliciosamente deturpada pelos seus detratores em «pobre quina», é hoje considerada um tóxico violento que afeta quase todas as vísceras e o sistema nervoso. Deste modo, a sua utilização deve limitar-se ao uso externo, tanto para o homem como para os animais, exceto por indicação médica. A arnica é uma planta vivaz das montanhas cujas folhas são de há muito fumadas pelos camponeses, sendo assim um precioso auxiliar para uma cura de desintoxicação tabágica.
Cuidados Fitoterápicos:
1. Toxicologia - Temos a obrigação de alertar a todas as pessoas que se interessam pelo uso no estado natural ou não, de que cuidados especiais deverão sempre ser tomados, pois estamos lidando com uma energia (princípio ativo), que de acordo com as leis naturais, sempre apresentarão os dois aspectos com muita evidência, que é o aspecto positivo e o negativo, portanto a natureza de cada ser tem que ser respeitada em qualquer abordagem, esta é a nossa recomendação para o uso desta poderosa erva medicinal, tendo em vista a grande abrangência no uso popular.
Existem autores como CHARETTE, defensor da tese de que o uso indevido, principalmente em grandes quantidades ou por um longo período, acarretará como conseqüência, possibilidade de envenenamento, cãibras estomacais, vômitos, angústias, taquicardia, entre outras...Enfoque Homeopático:
2. Arnica é a Homeopatia das calamidades, portanto é mais que atual a necessidade do seu uso, respeitando-se sempre os limites abordados acima. Exemplos atuais para as pessoas que tiveram traumas adquiridos direta ou indiretamente, inclusive pela televisão:
» Participando de guerras, presenciando atentados, sendo seqüestrados;
» Desastres automobilísticos, cortes, contusões, desemprego, desalento;
» Stress físico ou de fundo emocional.3. Considerar que a Arnica também tem caráter profilático (preventivo) contra a diabete e o vitiligo.
4. Forma de uso desta Homeopatia:
- Líquida ou em glóbulos. A mesma potencia não é indicada para uso acima de trinta dias;
- Deve-se procurar um profissional sempre credenciado, pois se torna evidente a necessidade do tratamento ser individualizado, por causa da potencia.
Entre em contato conosco.
MARIA LOPES DE ANDRADE
PRESIDENTE DO INSTITUTO DE TERAPIAS ALTERNATIVAS MARIA LOPES
Membro da Ordem dos Jornalistas do Brasil
Consultora Holística, atende há mais de dez anos em Maricá - RJ.
Registrada como divulgadora do conhecimento sobre
Ciência da Homeopatia - Universidade Federal de Viçosa - MG
ACUPUNTURA - HOMEOPATIA - AURÍCULO TERAPIA - CINESIOLOGIA APLICADA